Meu post

Link: http://visualizationmarketing.blogspot.com/2008/08/worlds-tallest-man.html

Pessoal, eu tenho um blog na área de marketing, em inglês, onde costumo postar sobre vários tópicos.

Desta vez foi um post mais pessoal, e eu considerei divertido. Queria que o Lucas pelo menos fizesse um esforço para ler.

O resto, se tiverem vontade:

http://visualizationmarketing.blogspot.com/2008/08/worlds-tallest-man.html

TiTaN LaN – Campo Grande

Galera, vim por aqui fazer um apelo (= convite) para vocês participarem da Lan que a gente vai organizar no colégio Paulo Freire dia 23/08.

Sei que alguns não estarão por aqui, e eu também vou sair voando às 7 da manhã para Sampa, pelo Daniel, mas tá bem organizado, a gente tá esperando 100 computadores (48 convites vendidos até agora).

Eu nem chamo você muito para as Lans na Toca, pq sei que não é todo mundo que gosta, mas queria pedir, se vocês puderem dar um tempo de vocês e irem nessa lan (e gastar o R$20,00 também), pelo menos a galera que gosta de Playstation 2 e 3 e também joga computador em casa, vai ter muito jogo bacana.

A gente conseguiu alguns patrocínios bacanas, mas o evento tem muitos custos, então a gente quer bombar de pessoas!

Tem até o site do evento, que é uma rede nacional de LANs – http://www.titanlan.com.br/

Sei que talvez com o recente movimento anti-D20 no grupo, liderado pelo PaiNerd Thiago (que além de mais velho, mora fora), vai ser difícil de vocês irem, mas se puderem dar uma força no evento, seria legal!

Titan Lan Tour

A Kris saiu na Veja

Segue a matéria:

Negócios
Um mercado para chamar de seu
As grandes redes de varejo investem em
pequenas lojas de bairro – e elas estão atraindo
freqüentadores dos hipermercados

Julia Duailibi e Marcos Todeschini
Fotos Lailson Santos

Sylvia Leão comanda os mercados de bairro da rede Extra: “As pessoas buscam uma compra rápida”
Pequenos mercados de bairro, aqueles em que todo mundo se conhece como numa cidade do interior, dominavam o cenário nas metrópoles brasileiras até a década de 70. Foi quando surgiram os primeiros hipermercados. As pessoas começaram a excursionar em família para conhecer tais lojas, atraídas pela novidade e por duas de suas características: grande quantidade de produtos no mesmo lugar e preços mais baixos. Uma nova pesquisa mostra que esse grupo de brasileiros, tão ávido por carrinhos abarrotados e despensa cheia, vem encolhendo, ao passo que cresce o dos freqüentadores daqueles pequenos mercados de bairro. Os números, reunidos pela Associação Brasileira de Supermercados, refletem isso. Em 2007, as lojas menores, de até 1 000 metros quadrados, se esparramaram no país a um ritmo três vezes maior que o registrado pelos hipermercados. Enquanto todo o varejo de alimentos cresceu 3%, só o faturamento dos mercados de bairro subiu mais que o dobro: 7%, chegando a 40 bilhões de reais. Há, no entanto, uma diferença fundamental entre as novas vendinhas e as do passado: quem está no comando não são comerciantes amadores, mas os três líderes no varejo de alimentos do país: Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart. Juntos, eles têm 77 dessas lojas. Em cinco anos, serão 612. Resume Sylvia Leão, diretora de operações da rede Extra, do Grupo Pão de Açúcar: “As lojas de vizinhança são hoje nossa prioridade”.
Para as grandes redes, apostar nos minimercados é, antes de tudo, uma maneira de reaver clientes que começavam a migrar para o comércio de bairro. Elas também colocam dinheiro num negócio que já se provou rentável: enquanto a margem de lucro num hipermercado é de 1,5%, numa loja pequena chega a 3,5% (veja o quadro). Isso se deve, basicamente, a um quadro de funcionários bem mais enxuto e ao baixo desperdício dos alimentos à venda, fonte de prejuízo constante nos hipermercados. No fim, o custo para manter uma loja dessas é 33% menor. Diante disso, entende-se o interesse de redes como o Pão de Açúcar, que fechou dez supermercados pouco lucrativos em um ano e apresentava uma margem de lucro abaixo da média dos concorrentes até 2006. Ele e os outros sabem também que, enquanto um hipermercado fatura em média 100 milhões de reais por ano, uma loja de bairro rende 18 milhões de reais. Daí a necessidade de tê-las em grande número. Neste ano, o Pão de Açúcar reservará 40 milhões de reais aos supermercados menores. Com 22 lojas, o plano é chegar a 500 até 2012. O Carrefour planeja dobrar o número de lojas de bairro nos próximos três anos: serão 76 no país. A expansão do Wal-Mart, por sua vez, prevê 36 lojas até o ano que vem.

Kris na Veja

A publicitária Kristiane Corrêa: como outros 4,2 milhões de brasileiros, ela vive sozinha e não quer estocar comida
A presença delas provoca dois efeitos. De um lado, o velho comércio de bairro precisará profissionalizar-se para sobreviver. De outro, os supermercados e hipermercados terão de arranjar novas formas de chamar atenção – algo que já começaram a fazer, ao diversificar a oferta de produtos não-alimentícios. Eletrônicos, móveis e apetrechos para jardinagem já respondem hoje por 33% das prateleiras dos hipermercados. Cinco anos atrás, eram 25%. Trata-se de uma reação necessária. As grandes redes de supermercados vivem hoje no Brasil o mesmo que se passou na Europa há dez anos, quando houve uma revoada de clientes dos hipermercados para o comércio de rua. Estavam em busca de “objetividade” nas compras, como definiam as pesquisas. Para não perderem clientes, redes como a inglesa Tesco, a quarta maior varejista do mundo, apostaram na fórmula dos minimercados e espalharam 54 000 deles na Europa. Lá e mesmo nos Estados Unidos, onde as pessoas não dão sinais de ter perdido a disposição de freqüentar hipermercados, as pequenas lojas de bairro são um fenômeno, acima de tudo, por um motivo: em países em que a economia prospera, as pessoas vão às compras em muitos momentos do dia e nos mais variados lugares. É exatamente o que começam a fazer os brasileiros agora.
Ao mirarem nas lojas de bairro, as grandes redes do varejo estão se adaptando a transformações profundas na economia do país. Uma delas diz respeito ao fim da inflação na casa de dois dígitos, aquela que na década de 80 fazia os preços subir todo dia. Foi nesse contexto que o hábito de estocar alimentos em casa se consagrou no Brasil, fim para o qual os hipermercados se prestavam muito bem. Numa única visita, em 70% dos casos feita nos primeiros dias do mês, as pessoas compravam tanto quanto permitia o orçamento. Com a queda nos índices de inflação, desapareceu a principal motivação para comprar tanto de uma vez só e, naturalmente, começou a cair o interesse pelos hipermercados. Nos tempos áureos, 15 000 pessoas passavam por dia num deles. Hoje são 9 000 – 40% menos. Diz o francês Jean-Marc Pueyo, diretor-superintendente do Carrefour no Brasil: “As lojas menores concorrem hoje com os hipermercados”.
Luis Ushirobira

Para sobreviverem, os hipermercados vendem eletrônicos e apetrechos para jardinagem: eles já ocupam 33% das prateleiras
Outro fator que contribui para a diminuição da procura pelas grandes lojas, este bem mais recente, refere-se ao fato de os preços ali terem praticamente se igualado aos do comércio de bairro. Até pouco tempo atrás, eles eram de fato mais baixos numa loja maior, por uma razão que remete ao elementar de qualquer negócio: ao comprarem em grande escala, tais redes conseguem negociar o valor dos produtos com os fornecedores e repassar uma parte desse ganho para o preço final. Sozinhas, as lojas de vizinhança não seriam capazes disso, não fosse o fato de uma parte delas ser abastecida pelas redes, às quais estão ligadas. Daí o preço razoável oferecido por elas e também pelas demais 3 250 lojas de bairro – estas sem grife. Desde 2002, quando o Wal-Mart fez o primeiro investimento nessa seara, seguido do Carrefour, em 2006, e do Pão de Açúcar, no ano passado, os pequenos comerciantes passaram a baixar os preços de modo a não ficar para trás. Diz Eugenio Foganholo, especialista em varejo: “Desapareceu a principal razão que motivava as pessoas a ir a um hipermercado”.
Depois do preço, a capacidade de tornar uma compra mais rápida é, de longe, o item que mais determina hoje a escolha das pessoas por um mercado. A publicitária Kristiane Corrêa, de 23 anos, é uma dessas brasileiras típicas. Ela diz: “De um mercado, espero que não me tome mais de quinze minutos e fique do lado de casa”. Isso ajuda a explicar o sucesso dessas lojas, que, por definição, têm um terço do tamanho de um supermercado e um sétimo do de um hipermercado. O fato de a publicitária e outros 4,2 milhões de brasileiros morarem sozinhos – 70% mais gente do que na década passada – fornece-lhes outro impulso. Para essas pessoas, que preferem ter em casa apenas o essencial ainda que isso custe várias visitas ao comércio vizinho, a ida a um hipermercado é descrita como um suplício inútil. O pano de fundo demográfico é, portanto, decisivo para entender a prosperidade das lojas de bairro, tanto quanto o recente aumento da renda familiar no país: 20% em dois anos. Como acontece em qualquer lugar do mundo, com mais dinheiro para gastar as pessoas comparecem mais vezes ao supermercado. E, de novo, são os menores que mais se beneficiam.

Assalto à Casa do Caralho

A Casa do Caralho foi assaltada ontem entre 15:00 e 17:30!!!

Levaram meu computador com todas as nossas fotos de infância, e toda a pornografia renomeada com carinho.

Além disso o Mini-System do André 2 e a CyberShot do Bruno (que já era roubada).

Eles usaram nosso próprio machado para arrombar a janela do quarto do Bruno e saíram pelo portão da frente (estourando nosso cadeado de 6 mm usando uma baqueta também nossa)

Não morram antes de ver isso

Galera, minha mãe tá querendo doar umas roupas, e deu uma limpa no meu armário. Sobrou um monte de coisa ruim e tbm umas coisas boas (que eu não usava, senão não seria tão ridículo).

Combinei 22hrs de hoje lá na casa do caralho pra eu doar essas minhas coisas, e minha mãe pediu pra quem tiver, levar roupas velhas pra doação, que ela vai levar não sei onde. Então dêem uma olhada nas coisas de vocês e levem.

De lá a gente sai pra comer ou coisa do tipo

LAN Party – Campus Party 2008

Link: http://youtube.com/watch?v=gk2NBzKaKQw

Ae gurizada,

Eu, o Noda e o pessoal da LAN Party estamos realizando duas LANs entre agora e Abril, que vão ser para estucar a macarronada!!

Eu sei que todo mundo já pensou “NEEERDs”, mas a gente precisa juntar uma galera grande nessa LAN, pois conseguimos apoio do pessoal do Correio Informática, o que normalmente atrai novas pessoas, e também patrocínio (não grana), de uma empresa que vai fornecer acesso à internet de 20 Mbps durante a LAN.

A primeira destas LANs acontece agora sábado 1/3, começando as 13:00 até domingo 6 da matina! Sei que vocês tem o que fazer, mas quero apoio nesta LAN, e aqueles que puderem vir, tipo das 18:00 as 22:00 que é o horário d emais pico de gente e computador, acho que não ia quebrar tanto a bike.

Pro pessoal que gosta dum Redinho, a gente vai armar o canto do Red2!! E quem tiver Laptop (tipo Koró pede da Lena), quero que levem, pois além do número de pessoas no evento, o número de computers conta! A gente vai por nossos 2 Switchs de 24 portas e mais o Hub Wireless, então não tem tanta treta de cabo!!

Esse é o primeiro pedido, o segundo é que vai ter uma segunda LAN, essa sim grande, onde receberemos inclusive patrocínio da Nvidia (que faz placas de vídeo), e que ofereceu uma placa de vídeo para sortearmos num campeonato tipo de CS, COD ou Quake. Ofereceram isto pq o Noda e o Seco que foram para a Campus Party 2008 arrebentaram e organizaram vários campeonatos (o mais famoso de street fighter 2), e bagunças! Essa segunda vai ser GIGANTESCA, e queria todos vocês meeeeeeeeeesmo, mas aviso mais perto quando eu tiver a data.

E QUEM TIVER AMIGO QUE GOSTA DE COMPUTADOR, OU VAI EM LAN HOUSE, AVISA OXI!!

Lembrando que entrar na LAN é de graça, usar a energia também, e sugerimos levar grana para a VAQUINHA DA PIZZA! (http://youtube.com/watch?v=gk2NBzKaKQw)

Palestra no portal educação

Link: http://paradoxais.blogspot.com/2007/12/kenaumpra-vc-naum-esquecer-pib-e.html

Veio do Guilherminho:

Se existe uma grande burocracia e os direitos de propriedade estão mal estabelecidos, os individuso serão atraidos para o setor arrendador, cuja remuneração está baseada em renda. Sem direitos de propriedade claramente definidos, se alguem se tornar empreendedor, corre o risco de o governo simplesmente confiscar seus bens e capital (o que tem acontecido frequentemente na história).(…)
A análise anterior supõe que é relativamente fácil identificar um arrendador e um empreendedor, mas isso não é necessariamente verdade. Um advogado engajado em um dispendioso processo legal, por exemplo, é uma pessoa que está buscando renda ou é um empreendedor? Por receio de sermos processados, deixamos que você decida por você mesmo. Outra pergunta: a busca da renda é um problema das modernas economias industriais ou não? Murphy, Shleifer e Vishny (para o encanto genralizado dos economistas) identificam os advogados como arrendadores e sugerem que o numero de estudantes matriculados em cursos de engenharia é a melhor medida da quantidade de talentos que uma sociedad ealoca nos esforços de produzir valor adicionado. Em seguida, eles estudaram o desempenho do crescimento de 91 países entre 1960 e 1985. Em particular, examinaram que influencia desempenharam no crescimento economico as matrículas dos estudantes nos cursos de engenharia e direito. Os resultados sugerem que cada 10% de aumento nas matriculas em engenharia amplia em 0,5% o crescimento e que cada 10% de aumento nas matriculas em direito reduz o crescimento em 0,3%.
Nota de rodapé: Para aqueles que têm aversão ao direito, os resultados não são tão bons quanto parecem – apenas o efeito positivo dos engenheiros é significativo estatisticamente. Se você quiser zombar de seus amigos advogados, será melhor que eles não tenham lido o artgio ou não entendam o siginifcado de uma estatistica com distribuição t!
Fonte: Macroeconomia, compreendendo a riqueza das nações – David Milles e Andrey Scott (2005) pag 62.
Murphy, Shleifer, Vishny. The allocatino of talente: implications for growth. Quartely journal of economics, v. 106, p.503-530, 1991