Teatro

Ontem, estive com uma pessoa que me deu informações confidenciais, a respeito de nosso amigo Thiago Arbusto!

Quem não se lembra desse menino jogando bola, daquelas quedas sem sentido, que aconteciam a todo momento? Nem no ping pong ele conseguia se manter em pé! No ping pong!!!

Seria ele um descordenado? Pensem bem, ele era o destaque da seleção de Ginástica Olímpica do colégio. Só perdia para o homem elástico. Ele é o cara que executa movimentos muito complexos, tais como o tão citado, por Daniel Sirugi, Folha Seca. Por que ele cai tanto, então?

Fui informado que, no início da adolescência, nosso amigo começou a cair para chamar a atenção dos amigos. Disseram-me que ele caia toda hora e que o fingimento era óbvio aos olhos de todos. Com o tempo, as pessoas passaram a ignorar, pois já estava ficando chato…

Agora, pensem no futebol ou no ping pong: será que ele aperfeiçoou suas técnicas de teatro?

São Paulo da Loucura

Gurizada, eu não sei o que se passa com a minha pessoa, não sei se sou eu que atraio, ou se a vida é uma doideira mesmo.
Depois de ver uma cara jogando RPG no shopping sexta a noite, depois de eu ver um olho postiço cair no chão do metro, depois de tomar um tapa de um doidinho na rua,
eis o meu relato de hoje pela manhã…
Estava no meu caminho habitual para chegar ao trabalho, porém, 10 minutos atrasada. Chego ao metrô. Entro no vagão e ele está mais vazio que o normal, muito pouca gente de pé. Acho um assento vago e sento, passam 2 estações até que mais alguém entrasse no vagão. Pois bem, entra um velhinho simpático com cara de bonzinho, que poderia tranquilamente ser o papai noel ou Jesus velho e disfarçado. Prontamente levanto do meu assento e cedo o meu lugar pro então idoso.
Mais uma estação se vai quando o bom velhinho espatifa no chão, bem no meu pé. Todo mundo olha e nada é feito. Liguei pro 190, porque não fazia idéia do que fazer!!Como sou despreparada! Celular num pega dentro do trem?!Como se encontra um funcionário do metrô, quando se está dentro do metrô???
Resposta: Num tem jeito. O velho tava roxo já e nada da próxima estação chegar…Bom, a estação chegou, fico um bobo segurando a porta enquanto eu ia atras de algum funcionário. A minha capacidade de não encontrar ninguém atingiu o nível 100 até que eu vejo uma tiazinha da roupinha listadinha do metrô. Bom, daí tiraram Jesus Noel do vagão e eu desci na estação seguinte.
Moral da história: Não passem mal no metrô.
Moral da história 2: São Paulo precisa de um “Campo Grande News”

Dia 5

O dia anterior havia sido bem cansativo. Acordamos tarde. O Thiago queria economizar e se ofereceu para fazer um strogonof. Saímos para comprar os ingredientes. Resultado: gastamos R$ 18 cada um, ou seja, mais caro do que comer fora.

Inesperadamente ele se provou um ótimo cozinheiro. Comi um dos melhores strogonofes da minha vida. Não sei se era porque o almoço tinha saído às 17:00 horas, ou porque a comida estava boa mesmo. Segundo o Thiago, dando uma de Leleo, ele disse ter um segredo, que não é sabido por nenhum grande Chefe do mundo: ele frita as cebolas com Shoyu.

Começou a anoitecer e a Letícia chegou na minha casa. Retirei-me para meu quarto para “trabalhar” um pouco e organizar a minha vida. Enquanto isso, os dois ficaram batendo um papo na sala. Passados alguns minutos, alguém bate na porta do meu quarto. Pedi para entrar. O Thiago entra e diz:

- Ou, você tem um short para me emprestar?

- Short? Você tá louco? Tá um frio da porra, disse eu.

- Brother, eu tô sem malhar há quase uma semana!

Muito bem, emprestei um short pra ele. 20 minutos depois alguém bate na porta do meu quarto de novo:

- O Breno, me empresta umas Havaianas.

- Pra quê Thiago?

- Vou colocar nas mãos.

- Bicho, você tá jogando futebol com a Letícia? Não vou emprestar caralho de Havaina nenhuma.

Ele se retirou. Em alguns minutos terminei e fui para sala. Logo que adentro o cômodo, vejo um cara sem camiseta, com um short minúsculo e com Havaianas nas mãos fazendo flexões. Pra quê as Havaianas, deus? Pra quê?

- Que porra é essa Thiago? Você é tartaruga ninja agora?

- Não cara… Eu preciso delas, se não escorrega.

Sabe-se lá de onde ele arranjou aqueles chinelos! Sinceramente, eu estava sentindo vergonha passiva assistindo ao Thiago malhar com ventosas nas mãos. Ele usava as cadeiras e chegou a fazer três séries de dez, no levantamento de sofá!

Voltei para meu quarto… Novamente, alguém bate na porta:

- Ou, você não tem halteres?

- Velho, por que eu teria halteres?

Ele voltou para sala… Continuei fazendo minhas coisas, até sentir um pouco de sede: fui até a cozinha. No caminho, inevitavelmente, eu teria que passar pela sala. Lá estava aquele imbecil fazendo exercício para os ombros, levantando as garrafas de vinho e vodka do bar do Matheus, como se aquilo servisse pra alguma coisa!

Passado o episódio de malhação, o Thiago queria porque queria ir ao Burger King, pois ele tinha um plano genial. Ele ia levar duas garrafas de coca na mochila. Como, no Burger King, você tem direito a refill de refrigerante, ele ia encher as garrafas copo a copo. Espetacular, não? Alguém compre uma toalha para ele, por favor.

Crazy Trip 2009

Após ter sumido no dia anterior sem ter dado notícias, às 14:30 de domingo, ele chega aqui em casa, com a Letícia Varinha, uma menina que costumava freqüentar IRControns conosco: eu que sou nerd, não é ela não.

Ele apareceu com uns vinte guardanapos na mão. “Que porra é essa?”, pensei eu. Na noite passada, ele tinha ido a um bar. Os guardanapos eram de meninas dando o telefone ou flertando com nosso amigo bonito. Vinte guardanapos! Isso era impressionante, já que a beleza não faz as pessoas se atirarem pra cima de você. A questão, então, é: por que o Thiago recebe tantos guardanapos e o Paulo não? Segundo minhas amigas, o Thiago, além de bonito, tem uma cara de “estou disponível, pode chegar em mim que eu tô fácil”.

Logo que chegaram, fomos assistir à final da Copa das Confederações. A Letícia, como uma boa nerd, ficou reclamando que era uma perda de tempo assistirmos ao jogo, já que eram bobos correndo atrás de uma bola e ela estava com a ficha do seu Malkaviano em mãos. Ela queria voltar aos velhos tempos, quando o Thiago se escondia atrás de uma cartolina dobrada e mestrava umas aventuras. Ela foi voto vencido, no entanto.

“Cara, não compreendo essa seleção, sempre a mesma tática, sempre pelo meio”, dizia o Thiago, nervoso com o jogo e fumando dezoito cigarros por minuto. Sinceramente, nem eu, nem a Letícia esperávamos isso dele. Logo o jogo estava dois a zero para os Estados Unidos e ele continuava resmungando, como se entendesse algo de futebol: “porra, tá igualzinho o jogo da Espanha, já tô vendo onde isso vai dar”.

Pois bem, o jogo acabou, o Brasil ganhou, o Thiago ficou feliz e aquela personalidade de churrasco de quarta-feira, de repente, foi embora: ele voltou ao normal. Ele foi correndo para o meu quarto, deu uma cagada, vestiu a roupa que ele repetia pelo quarto dia seguido e já começou a nos apressar: “cara, eu combinei com a Roberta que eu ia ver o show da banda hoje, vamos logo”. A tal banda era o pessoal que o havia hospedado na noite anterior. No entanto, eu e a Letícia estávamos com fome e conseguimos convencê-lo a ir comer conosco. Prometemos que após o restaurante iríamos com ele assistir ao dito show.

Fomos a um restaurante que serve Lamen, um macarrão japonês. Esperamos um certo tempo e conseguimos uma mesa.”Pedidos por favor”, disse o garçom. “Eu e ela queremos um Missô Big, já ele, não sei”, disse eu. O Thiago virou-se, então, para o garçom e disse: “Eu quero um Mini”. O garçom, assim que ouviu a palavra “Mini”, deu uma risada sarcástica como quem dizia: “nossa, que bicha que você é”. Em alguns segundos ele sentiu toda aquela força que os guardanapos haviam dado para a sua auto-estima ir por água abaixo.

Engolimos a comida garganta abaixo, já que o Thiago não parava de nos apressar, com medo de decepcionar seus amigos da banda. Chegamos no local, ouvimos a tal banda, vimos uns gordos sentados jogando Vampiro, meninas gostosas, passamos frio e fomos ao banheiro. Nada de especial, em suma.

Ao final do show, fomos convidados para uma festa na casa dos meninos da banda. A banda está em início da carreira, gravando seu primeiro vídeo clipe para a MTV. Todos moravam em uma casa no bairro da Pompéia: rumamos para lá, na esperança de aliviar um pouco a libido do Thiago.

No caminho, fomos conversando: “porra Thiago, quiça você pegue alguém nessa festa”. Eu estava com uma mania besta de falar “quiçá”. A Letícia, não menos louca que nós, prosseguiu na conversa: “olha, quiçá. Você não acha essa palavra parecida com cuíca? Toda vez que eu vou falar quiçá, eu falo cuíca”! CUÍCA! What the fuck??

Após uma longa discussão acerca da cuíca, chegamos na casa. A primeira coisa que avistei foram cinco pessoas. Elas eram exatamente o que se espera de um pirulito: uma cabeça enorme e uma magreza de embrulhar o estômago. Esse era o pessoal da banda. Dois estavam jogados no sofá, um estava preparando um cigarro de maconha e o outro estava fazendo abertura total com dois banquinhos. Fomos muito bem recebidos e instalados em cadeiras de madeira.

Eu só pensava no mico que estava sendo aquela festa. Já havia passado uma hora e ainda éramos apenas eu, Thiago, Letícia e os cinco pirulitos. A coisa estava tão ruim que começamos a ver Pânico na TV. Aquilo estava sendo o auge da festa. De repente, quando a TV começava a me entreter, aparecem umas trinta pessoas: cinco homens e vinte e cinco meninas de dezessete anos, todas vestindo os seus melhores trajes de inverno.

Alguns minutos se passaram e os grupos, claramente, não se misturavam. Meninas conversavam com meninas apenas; os cinco pirulitos conversavam entre si e nós três não falávamos nem com nós mesmos. As meninas me pareciam muito novas. Todas, sem exceção, vestiam casacos pretos. Não sei se era para parecerem mais magras ou se é pelo fato de preto ser a cor desse inverno.

No mesmo piscar de olhos que a casa havia passado de oito para trinta oito pessoas, todo mundo, com exceção da Letícia, começou a interagir. O álcool realmente é poderoso.

Na festa, o Thiago estava com uma mania de roubar as minhas frases. Cinco segundos após eu dizer que tal menina estava vestida que nem uma motoqueira, ele foi conversar com ela: “hey, você é motoqueira?”.

- Não sou não (risos), sou estilista.

- Ah é! E você estudou onde, perguntei eu, entrando na conversa.

- Eu estudo na X (esqueci o nome do lugar), e estou adorando! E você, o que faz, disse ela olhando para mim.

- Eu não faço nada, eu sou filho de rico.

O Thiago deu aquela saidinha básica, como quem diz “tenta pegar essa aí vai”. Daquele momento pra frente a conversa ficou chata: Ellus, calça jeans e etc. Pedi licença para ir ao banheiro.

No caminho, esbarrei com a loirinha mais cobiçada da festa, que logo abraçou a amiga mais próxima e me disse:

- Ela não é a menina mais linda que você já viu na vida?

- Com certeza, ao contrário de você, né? Eu disse.

- Poxa, todo mundo está sendo tão legal comigo hoje. Você é o único que veio tirar com a minha cara.

- Olha, talvez isso queira dizer que você é simpática. Se me perguntassem se você é bonita, eu certamente responderia que você é simpática. Virei-me, dei um sorriso e fui ao banheiro.

Na fila, conheci um cara e uma menina. Ficamos com aquele papo de fila de banheiro. Os dois eram muito simpáticos. Perguntei, então, quem eles conheciam na festa:

- A gente é amigo do pessoal da X (nome da banda), e você?

- Eu não conheço ninguém não, eu estava passando ali na rua e resolvi entrar e estou me divertindo muito.

- Porra cara, isso não se faz… Por que você está fazendo isso? É meio falta de caráter não?

Fiz meu xixi e comecei a sentir falta do meu amigo mendigo. Procurei, procurei e lá estava ele, largado em um colchão, xavecando uma menina. Eu tinha que ir atrapalhar. Sentei-me ao lado deles e fiquei quieto. Ele me abraçou e disse: “cara, eu to muito loco”. Olhei pra menina e disse: “sortuda hein, o menino aqui é bonito né?”. Ela, muito tímida, apenas deu uma risadinha. O Thiago, “muito louco”, continuou: “esse japonês aqui é filho de rico, não faz nada da vida”. Ela riu de novo, fingindo que entendeu a piada. Nesse momento, de novo, o Thiago levanta e me deixa sozinho com a menina mais nova que minha unha do dedão.

A festa prosseguiu. O Thiago se movia e conversava seguindo um princípio aleatório. As meninas, coitadas, não sabiam como consumir um produto que não parava quieto. Eu fiquei a noite toda exercitando meu sarcasmo: o dia mais divertido do meu ano, sem sombra de dúvida. A Letícia estava odiando a festa e toda vez que teve a oportunidade de sair do local ela saiu: uma para buscar uma amiga, outra para comprar um remédio para mim (Deus te pague Letícia).
Resultado: menores de vinte anos beiram a pedofilia, então, ninguém pegou ninguém. Voltamos para casa, prontos para o quinto dia.

Crazy Trip 2009

Dia 3

Acordamos uma pouco tarde. Jogamos um Street Fighter IV. Estava virando um costume do Thiago, pois, enquanto jogava, ele conseguia ficar alguns minutos sem fumar, sem mencionar o fato de que ele ficava excitado com a Chun Li e com a Cammy.

Não sei o porquê, mas o assunto Du surgiu enquanto jogávamos o vídeo game. Foi quando o Thiago fez uma das observações mais sábias da sua vida: “cara, o Du não parece uma preguiça? Pense naquela lasanha dele e na barriguinha da preguiça! Me entende? Pensando bem, ele até vive como uma preguiça”. Que genial! A partir daquele dia, toda vez que eu vejo uma preguiça na televisão, eu enxergo o Du pendurado de cabeça para baixo.

Se me lembro bem, foi durante nosso papo a respeito do Du o momento em que ele recebeu uma mensagem um pouco desagradável. Como muitos devem saber, ele passou o início do ano trabalhando com a equipe do BBB da Globo. Assim que o programa acabou, ele ficou sem emprego. No entanto, recebeu uma proposta para trabalhar no próximo reality show da Globo este ano: No Limite. As coisas estavam praticamente certas e ele já se sentia empregado.

Qual é a primeira coisa que qualquer brasileiro empregado faz? Comprometer o salário, é óbvio. Antes de vir me visitar, ele adquiriu um mp3 player, contando com o dinheiro do novo emprego. Pois é, naquele sábado ele ficou sabendo que não teria mais espaço para ele no programa. Ele olhava para aquele mp3 se sentindo um pouco trouxa. Sem contar que, um mês antes desse ocorrido, ele havia adquirido um laptop de uma empresa aqui em São Paulo; pagou o boleto e jamais recebeu o computador. No entanto, o mais engraçado de tudo era o desespero dele ao falar ao telefone, já que cada chamada atendida estava lhe custando uns R$ 7, devido ao roaming.

Dado esse cenário de tristeza, ele sumiu após o almoço. Foi visitar alguns amigos que possuíam uma banda de rock.

Uma semana com um Arbusto

Galiera ja vai se programando, esse ano vai acontecer do dia 04 ao dia 07 de setembro, vai ser em sp, a prioridade vai continuar sendo eu e o leleo, ida ao parque aquatico e jogar street fighter 4 na casa do brandan estão entre as muitas loucuras programadas.

Pessoal já confirmado:

Andrezão
Daniel Sirugi the king of marvelvscapcom2 Villa Maior
Brenneth Correa
Kris best friend(bf)
Debora Dietrich best friend forever(bff)
Lielieo
Gustavo Gusguri mocori
Fernandinho
Du mamão
Lourdes
Lucas e Andrea
Serjio(cortinas e cia)
Adrianinho(empresa junior)

Pessoas não convidadas: KORÓ

É isso pessoal, o restante que ainda não confirmou confirme o quanto antes para acertarmos a logistica
Segue link de imagem da viajem de 2008, galiera toda virada no shiraya e lucas insandecido, tudo muita loucura http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=593194472774021110&pid=1247161828485&aid=1$pid=1247161828485

abração
r.i.p Michael Jackson

Thu, 09 Jul 2009 00:00:00 +0200 – Breno Lara

Não sei se vou ter saco pra terminar isso, mas por enquanto, vamos tentar, já avisando que o dia 4 foi o melhor.

Certo dia recebo um inesperado email:

“Fala japonês maldito. Estou indo encontrar meu pai em São Paulo e gostaria de saber se poderia ficar em sua casa. Abs, Thiago, vulgo o Moita”.

Respondi:

“Fala otário, pode vir sim. Só peço que você traga uma toalha”.

Ele retornou:

“Olha, eu não tenho toalha não. Na verdade, eu tenho apenas uma, que está encharcada e vou colocar pra lavar quando estiver saindo daqui para aí. Não se preocupe comigo, eu me seco ao vento”.

Dó não é uma coisa que eu consigo sentir com freqüência. No entanto, naquela ocasião, meu peito apertou, com aquele sentimento de “porra, o cara não tem nem uma toalha”, que muitos devem saber como é.

Estava muito frio na cidade e minhas toalhas não secariam a tempo. Usei, então, a velha técnica do ventilador, já que, hoje em dia, as geladeiras não servem mais para secar coisas, o que eu considero um absurdo.

Dia 1

Era quinta-feira, ele chegou, eu abri a porta e vi aquele cara bonito, que as meninas tanto admiram, cheirando cigarro molhado, com um “q” de mendigo, mas daquela maneira que apenas insinua a sujeira, mas, no fundo, você sabe que o cara é um pouco limpo. Mal entrou na casa e já começou a reclamar que paulista era mal-humorado e não entendia porque ele estava sendo destratado na cidade, inclusive pelos cobradores de ônibus. “Merrrmão (sotaque carioca), aí, sinistro esses cobradores, o brother não quis nem me ajudar a descer no ponto certo, porra!”, disse ele. Eu também não entendi o porquê de ele ter sido destratado…

Conversamos um pouco e, naquele momento, o Michael Jackson me resolve morrer. Paramos tudo para ficar assistindo à CNN. Não deu um minuto e o Thiago já começou com aquelas piadas de jornalista recém-formado: “ou, não dou um mês para anunciarem que vão fazer um filme-biografia do Michael”, “mermão, esse jornalismo da Globo, estilo ‘vamos ser bonzinhos’, tá ridículo” ou “olha esse câmera da GloboNews, mal sabe enquadrar o repórter”.

Em meio toda essa empolgação jornalística, chegam a Kris e a Danusa aqui em casa, a primeira atrás de informações sobre Machu Pichu com o Thiago e a última atrás de cerveja. Fomos comer no Buger King, então. Chegando lá, já começaram aqueles papos a lá Diogo: “gente, não vamos comprar refrigerante não, aqui o refri é refill, vamos usar o copo do Breno” ou, como disse o Thiago, “amanhã vou voltar aqui com três garrafas vazias de coca-cola na mochila”.

Sentamos, e a Kris começou a reclamar que estava doente, com dor de garganta, e não queria ir para Machu Pichu daquele jeito. A Danusa logo grita: “toma Azitromicina, é de boa, eu tomo isso toda hora”. A Kris, é claro, ficou maravilhada com a idéia. Eu e o Thiago não entendíamos o que estava acontecendo… Pedi para a Kris ligar para o Koró, que confirmou o uso de Azitromicina. Palavras do médico: “Kris, tome esse remédio por cinco dias, até o fim, pois é um antibiótico”. Chegando na farmácia a Danusa diz: “eu sempre tomo três dias, não precisa de cinco dias não Kris”. “É verdade, vou ficar cinco dias sem tomar cerveja pra quê?”, respondeu a Kris… Naquele momento, eu já estava quase desistindo da vida, mas resolvi conversar com o Thiago antes: “Cara, olha o preço dessas cargas de Mach3, vai tomar no cu”. Thiago diz: “por que você acha que eu não faço a barba?”.

Voltamos para casa e o Thiago disse ainda estar com fome. Disse para ele, que podia comer pão de forma, se ele quisesse. Ele fez um sanduíche com cinco pães!

Dia 2

O Moita passou o dia todo com o pai dele, praticamente. À noite, eu tinha que ir a uma festa de despedida, não podia faltar. A entrada era R$ 40,00. Fiquei pensando como eu convenceria um cara que não tem toalha a ir comigo lá. Como poderíamos consumir os R$ 40, falei que ele poderia consumir a minha parte e consegui convencê-lo.

Chegando lá, sem contar os “sinistro”, “mermão” e “brother”, o Thiago era incapaz de cumprimentar as meninas com um beijo só e ficava muito sem-graça. Na verdade, para entender realmente o que acontecia na situação, é preciso imaginar como era o Odécio cantando Machinehead do Bush: “breath in, breath in, breath out, breath in”. Da mesma forma, o Thiago se esforçava, a cada cumprimento, para dar apenas um beijo, mas não conseguia.

Lá ele conheceu pessoas que diziam ser impossível viver com menos de R$ 15 mil por mês, ficou de bolinação com uma loira bêbada, ficou se gabando o quanto os cariocas são mais pegadores que os paulistas e soltou o grande fora para um amigo meu na festa: “hey, e aquela morenassa ali hein? Tô doido pra furar ela”; e a resposta: “cara, essa aí é minha ex”. É nessas horas que não se pode subestimar a capacidade do Thiago em sair de uma saia justa: “pois é né, ex é que nem Dengue, está em todo lugar”.

Thu, 09 Jul 2009 00:00:00 +0200 – Daniel Sirugi

Galiera ja vai se programando, esse ano vai acontecer do dia 04 ao dia 07 de setembro, vai ser em sp, a prioridade vai continuar sendo eu e o leleo, ida ao parque aquatico e jogar street fighter 4 na casa do brandan estão entre as muitas loucuras programadas.

Pessoal já confirmado:

Andrezão
Daniel Sirugi the king of marvelvscapcom2 Villa Maior
Brenneth Correa
Kris best friend(bf)
Debora Dietrich best friend forever(bff)
Lielieo
Gustavo Gusguri mocori
Fernandinho
Du mamão
Lourdes
Lucas e Andrea
Serjio(cortinas e cia)
Adrianinho(empresa junior)

Pessoas não convidadas: KORÓ

É isso pessoal, o restante que ainda não confirmou confirme o quanto antes para acertarmos a logistica
Segue link de imagem da viajem de 2008, galiera toda virada no shiraya e lucas insandecido, tudo muita loucura http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=593194472774021110&pid=1247161828485&aid=1$pid=1247161828485

abração
r.i.p Michael Jackson